UA-116285209-1 PCA3 | PHI | 4K | PSA | Vantagens | Diferenças | Onde fazer | Urologia

"Saber mais é o primeiro passo na batalha contra o câncer de próstata."

Dr. Bruno Benigno

Novos testes para o diagnóstico do câncer de próstata

Os métodos atuais para a triagem do câncer de próstata utilizam o marcador tumoral PSA (antígeno prostático específico), o toque retal e os exames de imagem, como indicadores para a realização de uma biopsia prostática, a qual possibilita a confirmação do diagnóstico. O exame de PSA é feito no sangue do paciente e detecta a proteína de mesmo nome, produzida pelas células prostáticas.

 

Se houver um problema na próstata, como um câncer de próstata, aumento benigno do volume ou uma infecção (a prostatite), o valor de PSA no sangue aumenta. Se o resultado da análise de PSA for elevado e o toque retal (TR) resultar suspeito, o procedimento mais provável é a biopsia para confirmar ou descartar a presença de câncer. A pouca especificidade dos exames atuais gerou um aumento considerável do número de biopsias prostáticas, 60% a 75% das quais são negativas.

 

O teste PCA3 avalia uma amostra de urina, que é coletada após um toque retal, para identificar do RNA menssageiro (RNMm) que leva o mesmo nome do teste (semelhante ao DNA). O teste é específico para o câncer de próstata e, diferentemente do PSA, não é afetado pelo aumento do volume da próstata ou por outras doenças não cancerosas relacionadas.

 

O teste também proporciona informações sobre a agressividade do tumor, podendo ajudar a tomadar a melhor decisão em cada caso.

 

O teste baseia-se no fato de que nas células cancerígenas da próstata produzem de 60 a 100 vezes mais RNAm do gene PCA3 do que em células prostáticas normais.

 

Sua principal indicação é para homens que já foram submetidos a uma primeira biópsia,  mas o resultado de PSA se mantém persistentemente elevado ou o urologista identifica um nódulo suspeito ao toque retal.

 

Outras indicações são: homens com diagnóstico estabelecido de câncer de próstata e em protocolo de vigilância ativa (sem tratamento imediato), como forma de acompanhamento para identificar se há algums inal de aumento da agressividade da doença.

 

Limitações Não deve ser solicitado em pacientes que estejam tomando medicamentos que afetem os níveis de PSA, como finasterida, dutasterida (e terapia com bloqueadores de testosterona.

 

Os procedimentos terapêuticos e de diagnóstico (como prostatectomia, radiação, biopsia de próstata e outros) podem afetar a viabilidade do tecido prostático e repercutir no valor de PCA3.

 

Resultados:

 

No diagnóstico :

Quanto mais elevado o valor do PCA3, maio a probablidade de encontramos câncer se uma biópsia for solicitada.

 

Os resultados do teste de PCA3 devem ser interpretados junto com os dados de outos exames de laboratório, assim como os dado clínicos que estejam à disposição do especialista.

 

Requisitos para o teste:  Amostra: Urina coletada depois de toque retal por micção espontânea.

Não é necessário jejum para o teste ou preparo especial.

 

Instruções: Solicitar instruções de coleta e conservação da amostra diretamente em sua consulta com urologista.

Veja aqui onde fazer o teste:

Link 1

 

Tradicionalmente, o rastreamento do câncer e próstata é feito com o teste sanguíneo do PSA, avaliação física com o exame digital retal (toque retal) , assim como dados do histórico familiar de cada homem.

 

Quando há uma elevada probabilidade de um homem ser portador do câncer de próstata, uma biópsia da glândula está indicada. O desafio é identificar apenas os homens que realmente necessitam deste procedimento.

 

Para isso, inúmeras fórmulas e cálculos matemáticos foram desenvolvidos e testados, como:

  • a densidade do PSA;

  • a relação do PSA total/livre

  • a velocidade de elevação do PSA.

 

Nos últimos anos, técnicas de imagem de alta resolução, como a ressonância magnética de múltiplos parâmetros vem ganhando cada vez mais espaço na tomada de decisão por biopsiar ou não.

O PHI score e o 4K score são testes sanguíneos ultra sensíveis com maior sensibilidade para identificar a doença mas ainda mostram custos elevados e necessitam validação em grandes populações antes de serem incluídos de forma rotineira na prática médica.

Quais os principais benefícios do teste de PHI?

Os benefícios do teste de PHI, são:

  • Teste realizado em amostra de sangue, sem necessidade de procedimentos mais invasivos;

  • Avaliação mais confiável e alta sensibilidade da probabilidade do câncer de próstata;

  • Três vezes mais específico do que o exame de PSA Total;

  • Auxilia o médico na indicação mais específica para a realização da biópsia de próstata, evitando procedimentos desnecessários;

  • Resultados automatizados – quando phi é integrado a instrumentos de imunoensaio

  • Resultado individual e personalizado.

O PHI – Índice de Saúde da Próstata (Prostate Health Index) – pode ser utilizado para classificar apropriadamente os pacientes com probabilidades baixas, moderadas e altas de serem diagnosticados com câncer de próstata ao serem submetidos a uma biópsia do câncer de próstata encontrado na biópsia.

​As faixas de PHI resultantes têm sido associadas com aumento das probabilidades de câncer de próstata.

Os números que correspondem a essa probabilidade, são:

BAIXO RISCO

inferior a 2,1 ng/mL

MÉDIO RISCO

2,1 a 4,0 ng/mL

ALTO RISCO

superior a 4,0 ng/mL

Caso o resultado do teste do Índice de Saúde da Próstata (PHI) seja baixo e outros indicadores clínicos também sugerirem que o seu risco de câncer é baixo, uma biópsia desnecessária pode ser evitada. 

ALERTA: caso você possua histórico de câncer na família, é muito importante que comece a realizar exames preventivos a partir dos 40 anos de idade. Para aqueles que não possuem, o recomendado é a partir dos 50 anos.

©  2019 por Clínica Uro Onco. Responsável técnico: Dr. Bruno Benigno CRM SP: 126265

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