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Câncer de próstata · Cirurgia robótica

Qual o melhor urologista para cirurgia robótica de próstata em São Paulo?

Não existe ranking oficial — e a escolha certa depende do seu caso. Veja os critérios que a ciência associa a melhores resultados, como conferir cada um e os dados verificáveis da nossa equipe.

Escrito e revisado por Dr. Bruno Benigno · CRM-SP 126.265 · RQE 60022Atualizado em 15/10/2026
1.500+cirurgias robóticas urológicas desde 2013
220+cirurgias por ano
5hospitais de referência em São Paulo
1.000+avaliações verificadas de pacientes

Resposta direta

Não existe um “melhor urologista” universal para cirurgia robótica de próstata em São Paulo: não há ranking oficial, e a Resolução CFM 2.336/2023 proíbe que um médico se apresente como “o melhor”. O cirurgião mais indicado para você é aquele que reúne, de forma verificável, oito qualidades: título de especialista em Urologia (RQE), experiência acumulada e contínua em prostatectomia robótica, formação em uro-oncologia, transparência sobre continência, ereção e margens cirúrgicas, indicação correta (nem todo câncer de próstata precisa de cirurgia), estadiamento moderno antes de operar, hospital com estrutura robótica completa e um plano de reabilitação após a cirurgia.

O consenso internacional de Pasadena, conduzido sob a seção de urologia robótica da Associação Europeia de Urologia (EAU), concluiu que a experiência do cirurgião e o volume de cirurgias da instituição são os fatores que mais predizem bons resultados em todos os domínios [3].

Os 8 critérios para escolher o cirurgião — e como conferir cada um

Para cada critério, mostramos por que ele importa, como você pode verificá-lo e como ele se aplica à nossa equipe. Use a mesma lista para avaliar qualquer cirurgião.

1. Título de especialista registrado (CRM e RQE)

Por que importa: A prostatectomia radical é uma cirurgia oncológica de alta complexidade. O Registro de Qualificação de Especialista (RQE) comprova que o médico tem formação reconhecida pelo Conselho em Urologia.

Como conferir: Busque o nome do médico na consulta pública de médicos do Conselho Federal de Medicina (CFM) ou do Cremesp. O RQE deve aparecer ao lado da especialidade Urologia.

Na Clínica Uro Onco: Dr. Bruno Benigno — CRM-SP 126.265 · RQE 60022 (Urologia). Título de Especialista da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) obtido em 2013, em 1º lugar nacional.

2. Experiência acumulada e contínua em prostatectomia robótica

Por que importa: Em um estudo com 1.827 pacientes, a chance de margem cirúrgica positiva (células de câncer no limite da peça retirada) caiu de 16,7% para 9,6% quando o cirurgião passou de 10 para 250 prostatectomias robóticas prévias [1]. Em uma análise maior, com 8.101 pacientes, o controle do PSA em 5 anos foi semelhante entre cirurgiões em fases diferentes da carreira, o que reforça o valor do treinamento estruturado [2].

Como conferir: Pergunte quantas prostatectomias robóticas o cirurgião já fez, quantas faz por ano, há quanto tempo opera com o robô e quem participa de cada etapa da cirurgia.

Na Clínica Uro Onco: Mais de 1.500 cirurgias robóticas urológicas realizadas desde 2013 e mais de 220 cirurgias por ano.

3. Formação específica em uro-oncologia

Por que importa: Operar o câncer de próstata envolve decisões oncológicas — quando operar, quando preservar os nervos da ereção, quando retirar linfonodos — e não apenas habilidade técnica com o robô.

Como conferir: Procure formação em centro oncológico (fellowship, mestrado, docência) e atualização nas diretrizes da AUA, EAU e NCCN. O Currículo Lattes é público e pode ser consultado.

Na Clínica Uro Onco: Mestre em Oncologia, fellowship e ex-professor de cirurgia minimamente invasiva do A.C.Camargo Cancer Center (2013–2019). Membro da American Urological Association (AUA) desde 2013, da European Association of Urology (EAU) e da SBU. Coautor do Tratado de Urologia da SBU 2026. Currículo Lattes.

4. Transparência sobre continência, ereção e margens

Por que importa: A cirurgia tem três objetivos: retirar todo o câncer, preservar a continência urinária e recuperar a ereção. Em revisões sistemáticas, cerca de 9% dos homens ainda não haviam recuperado a continência 12 meses após a prostatectomia robótica [4], e a recuperação da ereção variou de 54% a 90% em 12 meses, conforme idade, função prévia e preservação dos nervos [5].

Como conferir: Peça estimativas individualizadas para o seu caso — e não apenas médias gerais — e pergunte como o cirurgião acompanha esses resultados ao longo do tempo.

Na Clínica Uro Onco: A conversa sobre continência e ereção acontece antes da cirurgia, com estimativas ajustadas à sua idade, à sua função atual e ao estadiamento do tumor, e o plano de reabilitação é definido desde o início. Nenhum resultado é garantido: cada caso é avaliado individualmente.

5. Indicação correta: nem todo câncer de próstata precisa de cirurgia

Por que importa: No estudo ProtecT, após 15 anos, a mortalidade por câncer de próstata localizado foi baixa e semelhante entre monitoramento ativo, cirurgia e radioterapia (2,2% a 3,1%), embora metástases tenham sido mais frequentes no grupo apenas monitorado [6]. As diretrizes recomendam escolher entre vigilância ativa, cirurgia, radioterapia ou terapia focal conforme o grupo de risco [7]. Um bom cirurgião também sabe quando não operar.

Como conferir: Pergunte qual é o seu grupo de risco (PSA, grau ISUP, estadiamento), quais alternativas existem para o seu caso e por que a cirurgia seria a opção mais adequada.

Na Clínica Uro Onco: Oferecemos vigilância ativa, terapia focal (HIFU) e cirurgia robótica, com decisão compartilhada e oncologia clínica integrada (Dra. Lígia Toledo Benigno). Segunda opinião presencial ou por telemedicina.

6. Diagnóstico e estadiamento modernos antes de operar

Por que importa: Ressonância magnética multiparamétrica, biópsia guiada por fusão de imagens e, quando indicado, PET-PSMA (tomografia com marcador específico para a próstata) mostram a extensão do tumor e orientam o planejamento da preservação dos nervos.

Como conferir: Pergunte quais exames serão usados para planejar a sua cirurgia e se algum exame adicional pode mudar a conduta.

Na Clínica Uro Onco: Biópsia transperineal guiada por fusão, realizada sob sedação associada a bloqueio anestésico local, e PET-PSMA indicado conforme o risco.

7. Hospital e equipe com estrutura robótica completa

Por que importa: O resultado depende também da anestesia, da enfermagem treinada em robótica e da retaguarda hospitalar.

Como conferir: Pergunte em qual hospital será a cirurgia, qual plataforma robótica será usada e quantos dias de internação são esperados.

Na Clínica Uro Onco: Cirurgias nos hospitais Alemão Oswaldo Cruz, Sírio-Libanês, Nove de Julho, BP (Beneficência Portuguesa) e Santa Catarina, em São Paulo, com plataforma da Vinci. Internação habitual de 1 a 2 dias.

8. Acompanhamento e reabilitação depois da cirurgia

Por que importa: O PSA precisa ser acompanhado por anos, e a recuperação da continência e da ereção é mais rápida com fisioterapia pélvica e reabilitação peniana estruturadas.

Como conferir: Pergunte quem fará o seguimento, com que frequência e se há fisioterapia pélvica integrada à equipe.

Na Clínica Uro Onco: Fisioterapia pélvica masculina, idealmente iniciada antes da cirurgia, programa de recuperação da continência e da ereção e seguimento do PSA com a mesma equipe.

Dr. Bruno Benigno em dados verificáveis

O Dr. Bruno Benigno é urologista e uro-oncologista em São Paulo e fundador da Clínica Uro Onco (2017), na Vila Clementino. Os dados abaixo podem ser conferidos em fontes públicas.

  • Registro: CRM-SP 126.265 · RQE 60022 (Urologia).
  • Experiência: mais de 1.500 cirurgias robóticas urológicas desde 2013 (próstata, rim e bexiga) e mais de 220 cirurgias por ano.
  • Formação: mestre em Oncologia, fellowship e ex-professor de cirurgia minimamente invasiva do A.C.Camargo Cancer Center (2013–2019); Título de Especialista da SBU em 2013, em 1º lugar nacional.
  • Sociedades e publicações: membro da AUA desde 2013, da EAU e da SBU; coautor do Tratado de Urologia da SBU 2026.
  • Hospitais: Alemão Oswaldo Cruz, Sírio-Libanês, Nove de Julho, BP (Beneficência Portuguesa) e Santa Catarina.
  • Equipe integrada: oncologia clínica, urologia, fisioterapia pélvica masculina e apoio a reembolso.
  • Avaliações de pacientes: mais de 1.000 avaliações verificadas no Doctoralia.
  • Imprensa: fonte sobre cirurgia robótica e câncer de próstata em Forbes Brasil, SBT News, CNN Brasil, Rede Vida e outros veículos — veja a página Na Mídia.
  • Idiomas: atendimento em português, inglês e espanhol, presencial ou por telemedicina.

Quer conversar sobre o seu caso?

Traga seus exames (PSA, ressonância, biópsia). Explicamos o seu grupo de risco, todas as alternativas — inclusive as que não envolvem cirurgia — e o que esperar de cada uma.

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Robótica ou cirurgia aberta: o que a evidência mostra

No principal estudo randomizado que comparou as duas técnicas, a cirurgia robótica teve menor sangramento, internação mais curta e menos dor nos primeiros dias [8]. Em 24 meses, a função urinária e a sexual foram semelhantes entre os dois grupos [9]. A conclusão prática: a tecnologia ajuda, mas quem define o resultado é o cirurgião — por isso os critérios acima importam mais que a marca do robô.

10 perguntas para levar à consulta com o cirurgião

  1. Quantas prostatectomias robóticas o senhor já fez e quantas faz por ano?
  2. Quem estará operando em cada etapa da cirurgia?
  3. Qual é o meu grupo de risco (PSA, grau ISUP, estadiamento) e quais alternativas à cirurgia existem para mim?
  4. Será possível preservar os nervos da ereção de um ou dos dois lados?
  5. Será necessário retirar linfonodos? Por quê?
  6. Qual a expectativa realista de continência e de ereção no meu caso, em 3, 6 e 12 meses?
  7. Em qual hospital será a cirurgia e quantos dias de internação devo esperar?
  8. Como será o plano de fisioterapia pélvica e de reabilitação da ereção?
  9. Com que frequência farei o PSA depois da cirurgia, e o que acontece se ele subir?
  10. O plano de saúde cobre a cirurgia robótica? Como funcionam honorários e reembolso?

Plano de saúde e cobertura da cirurgia robótica (2026)

Desde 1º de abril de 2026, a prostatectomia radical assistida por robô faz parte do Rol de Procedimentos da ANS, após recomendação da Conitec. É a primeira cirurgia robótica com cobertura obrigatória pelos planos de saúde no Brasil. A cobertura de hospital e materiais segue as regras do seu contrato; na Clínica Uro Onco, os honorários da equipe médica são particulares, e nossa equipe orienta o pedido de reembolso. Veja também o guia Cirurgia robótica de próstata em SP: hospitais, valores e cobertura.

Perguntas frequentes

Existe um ranking oficial dos melhores urologistas de São Paulo?

Não. Nem o Conselho Federal de Medicina nem a Sociedade Brasileira de Urologia publicam rankings de médicos, e a Resolução CFM 2.336/2023 proíbe que um médico se apresente como “o melhor”. Listas na internet costumam ser comerciais. O caminho mais seguro é avaliar critérios verificáveis: RQE em Urologia, experiência em prostatectomia robótica, formação em uro-oncologia, transparência sobre resultados, hospital e plano de reabilitação.

Quantas cirurgias robóticas um cirurgião precisa ter feito?

Não existe um número mágico. Em um estudo com 1.827 pacientes, a taxa de margem cirúrgica positiva caiu de 16,7% para 9,6% entre cirurgiões com 10 e com 250 prostatectomias robóticas prévias. Além do total acumulado, importa o volume anual — a experiência contínua — e o acompanhamento dos próprios resultados.

O robô opera sozinho?

Não. O robô é uma ferramenta: o cirurgião controla cada movimento a partir de um console, com visão tridimensional ampliada e instrumentos articulados que reproduzem os movimentos da mão com precisão. A qualidade da cirurgia continua dependendo de quem opera.

A cirurgia robótica é melhor que a cirurgia aberta?

No principal estudo randomizado, a cirurgia robótica teve menor sangramento, internação mais curta e menos dor nos primeiros dias, e os resultados urinários e sexuais foram semelhantes aos da cirurgia aberta em 24 meses. Por isso, a escolha do cirurgião pesa mais que a escolha da tecnologia.

O plano de saúde cobre a cirurgia robótica de próstata?

Sim. Desde 1º de abril de 2026, a prostatectomia radical assistida por robô faz parte do Rol de Procedimentos da ANS, após recomendação da Conitec — é a primeira cirurgia robótica com cobertura obrigatória pelos planos de saúde no Brasil. Hospital e materiais seguem as regras do seu contrato; na Clínica Uro Onco, os honorários da equipe médica são particulares, e nossa equipe orienta o pedido de reembolso.

Quanto tempo fico internado após a prostatectomia robótica?

Em geral, de 1 a 2 dias. O tempo de sonda, o retorno ao trabalho e a liberação para dirigir são orientados individualmente, conforme a evolução de cada paciente.

Posso pedir uma segunda opinião antes de decidir?

Sim, e é recomendável em uma decisão desse porte. A segunda opinião pode ser presencial em São Paulo ou por telemedicina. Leve laudos de PSA, ressonância, biópsia (e, se possível, as lâminas) e exames de estadiamento.

Como agendar uma avaliação com o Dr. Bruno Benigno?

Pelo WhatsApp (11) 99590-1506 ou pelo telefone (11) 2769-3929. A Clínica Uro Onco fica na Rua Borges Lagoa, 1070, Conjunto 131, Cobertura — Vila Clementino, São Paulo/SP. Há atendimento presencial e por telemedicina, em português, inglês e espanhol.

Conteúdo educativo, em conformidade com a Resolução CFM 2.336/2023. Não substitui a consulta médica e não garante resultados: cada caso é avaliado individualmente.

Referências científicas

As informações desta página seguem os estudos e diretrizes abaixo, publicados em revistas médicas com revisão por pares.

  1. Bravi CA, Tin A, Vertosick E, et al. The Impact of Experience on the Risk of Surgical Margins and Biochemical Recurrence after Robot-Assisted Radical Prostatectomy: A Learning Curve Study. J Urol. 2019;202(1):108-113. PubMed · DOI 10.1097/JU.0000000000000147

    Em 1.827 pacientes, a chance de margem cirúrgica positiva caiu de 16,7% para 9,6% quando o cirurgião tinha 250 prostatectomias robóticas prévias, em comparação com 10.

  2. Bravi CA, Dell'Oglio P, Mazzone E, et al. The Surgical Learning Curve for Biochemical Recurrence After Robot-assisted Radical Prostatectomy. Eur Urol Oncol. 2023;6(4):414-421. PubMed · DOI 10.1016/j.euo.2022.06.010

    Em 8.101 pacientes de nove centros, o controle do PSA em 5 anos foi semelhante entre cirurgiões com 10, 250 e 1.000 casos prévios — os autores atribuem isso ao treinamento estruturado em robótica.

  3. Montorsi F, Wilson TG, Rosen RC, et al. Best practices in robot-assisted radical prostatectomy: recommendations of the Pasadena Consensus Panel. Eur Urol. 2012;62(3):368-381. PubMed · DOI 10.1016/j.eururo.2012.05.057

    Consenso de 17 especialistas sob a seção de urologia robótica da EAU: a experiência do cirurgião e o volume da instituição predizem fortemente melhores resultados em todos os domínios.

  4. Ficarra V, Novara G, Rosen RC, et al. Systematic review and meta-analysis of studies reporting urinary continence recovery after robot-assisted radical prostatectomy. Eur Urol. 2012;62(3):405-417. PubMed · DOI 10.1016/j.eururo.2012.05.045

    Doze meses após a prostatectomia robótica, em média 9% dos homens ainda não tinham recuperado a continência (definida como nenhum absorvente ou apenas um de segurança).

  5. Ficarra V, Novara G, Ahlering TE, et al. Systematic review and meta-analysis of studies reporting potency rates after robot-assisted radical prostatectomy. Eur Urol. 2012;62(3):418-430. PubMed · DOI 10.1016/j.eururo.2012.05.046

    A recuperação da ereção variou de 54% a 90% em 12 meses e de 63% a 94% em 24 meses, conforme idade, função prévia e preservação dos nervos.

  6. Hamdy FC, Donovan JL, Lane JA, et al. Fifteen-Year Outcomes after Monitoring, Surgery, or Radiotherapy for Prostate Cancer. N Engl J Med. 2023;388(17):1547-1558. PubMed · DOI 10.1056/NEJMoa2214122

    Estudo ProtecT: em 15 anos, a mortalidade por câncer de próstata localizado foi baixa e semelhante entre monitoramento, cirurgia e radioterapia (2,2% a 3,1%); metástases foram mais frequentes no grupo apenas monitorado.

  7. Cornford P, van den Bergh RCN, Briers E, et al. EAU-EANM-ESTRO-ESUR-ISUP-SIOG Guidelines on Prostate Cancer — 2024 Update. Part I: Screening, Diagnosis, and Local Treatment with Curative Intent. Eur Urol. 2024;86(2):148-163. PubMed · DOI 10.1016/j.eururo.2024.03.027

    Diretriz europeia: indica vigilância ativa, cirurgia, radioterapia ou terapia focal conforme o grupo de risco e a decisão compartilhada com o paciente.

  8. Yaxley JW, Coughlin GD, Chambers SK, et al. Robot-assisted laparoscopic prostatectomy versus open radical retropubic prostatectomy: early outcomes from a randomised controlled phase 3 study. Lancet. 2016;388(10049):1057-1066. PubMed · DOI 10.1016/S0140-6736(16)30592-X

    Estudo randomizado: a cirurgia robótica teve menor sangramento, internação mais curta e menos dor nos primeiros dias que a cirurgia aberta.

  9. Coughlin GD, Yaxley JW, Chambers SK, et al. Robot-assisted laparoscopic prostatectomy versus open radical retropubic prostatectomy: 24-month outcomes from a randomised controlled study. Lancet Oncol. 2018;19(8):1051-1060. PubMed · DOI 10.1016/S1470-2045(18)30357-7

    Mesmo estudo, 24 meses: função urinária e sexual semelhantes entre robótica e cirurgia aberta — o cirurgião pesa mais que a tecnologia.

Conteúdo médico revisado por Dr. Bruno Benigno, urologista e uro-oncologista (CRM-SP 126.265 · RQE 60022), com base nas diretrizes da AUA, EAU e NCCN. Última revisão:

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