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Como expelir pedras no rim e bexiga?


Confira o vídeo em nosso canal do YouTube pelo link abaixo.



Pedra nos rins, ou cálculos renais, são uma condição que levam milhares de pessoas todos os anos ao urologista e atendimentos de urgência.

A grande maioria das pessoas não apresenta qualquer sintoma e descobrem o problema através de exames de rotina, como o ultrassom.



Um quadro agudo, conhecido como cólica renal, ocorre quando uma pedra se destaca do rim e caminha em direção a bexiga, podendo causar um bloqueio no fluxo de urina pelo ureter.

Dor, náusea, vômitos, calafrios e mal estar geral são os principais sintomas.

Em situações extremas, complicações, como nefrites, insuficiência renal e sepse podem ocorrer se o quadro não for identificado e tratado a tempo. Felizmente, tais eventos são muito pouco frequentes nos dias atuais.


Do que são feitas as pedras nos rins?

A principal substância nas pedras de rim é o oxalato de cálcio. Esta substância está presente em alimentos como: espinafre, a beterraba, o quiabo ou o cacau em pó, por exemplo, etc.

O oxalato se dissolve bem na urina. Entretanto, quando há uma grande quantidade de sal (cloreto de sódio), a ligação do oxalato com a água se rompe para dar espaço ao sódio, que é mais solúvel.

Isto leva a um depósito (precipitação) excessiva do oxalato e pode favorecer o surgimento de uma pedra.

Existem outros compostos que podem levar ao aparecimento de pedras nos rins, como o ácido úrico e aminoácidos como a cistina, por exemplo.

A deficiência de solubilizantes naturais, como o citrato, pode acelerar o processo de formação de pedras. Esta anormalidade pode ser corrigida quando identificada pelo urologista.


O que fazer para expelir uma pedra no rim?

Dieta balanceada, ingestão abundante de água e pouco sal na alimentação são as medidas mais eficientes para evitar as pedras.

Uma vez formadas, podem ser destruídas por métodos não invasivos, como medicações que dissolvem as pedras de ácido úrico (o alopurinol) ou através da litotripsia externa.

A litotripsia externa é um procedimento feito sob sedação, onde um equipamento que emite ondas de som de alta frequência, é posicionado sobre a pele e transmite energia cinética focalizada no centro da pedra. Isto leva à fragmentação e favorece a eliminação sem a necessidade de cirurgia.

A limitação a este método é um risco aumentado de os fragmentos provocarem uma obstrução do fluxo de urina, o que leva ao quadro de cólica renal.

A litotripsia interna é um procedimento cirúrgico realizado por um urologista, que utiliza uma fibra de aproximadamente 7 mm de calibre para acessar o interior do rim, através da uretra. O procedimento é feito sob anestesia.

Uma fina fibra de laser é utilizada para a fragmentação das pedras e os fragmentos são aspirados pelo aparelho ou removidos com pinças especiais.

A taxa de sucesso da litotripsia interna é maior, quando comparada aos métodos externos.


Viva com saúde e consulte seu urologista.


Até mais


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8 Comments

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Ola boa noite

estou com dor na região dos dois rim a 15 dias e não quis ir ao hospital. Fiz ultrassom abdominal e constou no esquerdo 1 pedra de 6 mm e no direto uma de 2 e outra de 4.2 mm. Tenho nefrologistas daqui 10 dias e queria saber se tem problema esperar até l.a ? Obrigada

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Suelaine Susu
Suelaine Susu
Jul 15, 2022

Faz um ano que fui diagnosticada com 2 pedras nos rins

Fiz a cirurgia o médico achou só 1 pedra e tirou e hj fui ao banheiro no banho senti uma coisa estranha querendo sair ardeu muito queimou muito muito e caiu uma pedrinha não fui ao médico vcs acha que devo ir eu não estou sentindo nada de dores

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Olá, me chamo Ana Caroline.

Há algum tempo atrás venho tendo cólicas renais, inclusive, foi detectada a presença de litíase urinária no tamanho de 0,9 mm. Gostaria de saber se o procedimento de Litotripsia Extracorpórea é eficiente para o meu caso, e também qual o valor do procedimento na clínica de vocês.

Desde já, obrigada!

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Após 10 dias de dor intensa causada por um cálculo com 6mm no ureter direito (diagnosticado pela tomografia realizada no primeiro dia) a dor sumiu e o médico suspendeu o uso dos analgésicos, mantendo apenas um comprimido diário deTansulosina à noite enquanto aguarda o 15 dia para nova tomografia. Tenho 99,99% de consciência de não ter expelido o cálculo e creio que o cálculo se alojou na bexiga. É possível isso ocorrer sem nenhuma dor ou sequer algum incômodo? Há algum risco se o cálculo estiver na bexiga e não for expelido? Hoje faz 14 dias do início da dor.

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Desculpe-me, mas creio que não me fiz entender. Disse que não há mais incômodo e a minha principal dúvida infelizmente não foi respondida: HÁ RISCO PARA MINHA SAÚDE SE ESSA PEDRA SE MANTER POR LONGO TEMPO NA MINHA BEXIGA, SEM SER ELIMINADA? Agradeço a atenção e peco desculpa, mais uma vez, se estiver importunando.

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