Ir para o conteúdo
Uro-oncologia · Cirurgia robótica · São PauloPresencial e telemedicina · WhatsApp (11) 99590-1506 · Tel. (11) 2769-3929
Blog · Câncer de próstata

Câncer de Próstata: 5 Perguntas Antes da Cirurgia

Direto do centro cirúrgico, o Dr. Bruno Benigno conta o caso real de um paciente sem sintomas com câncer de próstata e explica as 5 perguntas que todo homem deve fazer antes de decidir o tratamento.

Por Dr. Bruno Benigno · Uro-oncologista · CRM-SP 126.265Publicado em 20 de outubro de 2026Atualizado em 20/10/20269 min de leitura

Resposta rápida: antes de operar um câncer de próstata, pergunte ao urologista: (1) qual é o risco do meu tumor (Gleason/ISUP); (2) o câncer está só na próstata (PET-PSMA); (3) por que cirurgia e quais são as alternativas; (4) qual o risco de perda urinária e de alteração na ereção; e (5) como vou saber se fiquei curado (PSA após a cirurgia). As respostas dependem do seu grupo de risco, e a decisão deve ser tomada em conjunto com o médico.

Receber o diagnóstico de câncer de próstata costuma vir acompanhado de medo e de uma enxurrada de dúvidas. Muitos homens saem da consulta sem saber exatamente o que perguntar e acabam decidindo o tratamento sem entender os próprios riscos.

Neste artigo, o Dr. Bruno Benigno, urologista e uro-oncologista em São Paulo (CRM-SP 126265 | RQE 60022), com mais de 1.500 cirurgias robóticas realizadas, conta direto do centro cirúrgico o caso real de um paciente com câncer de próstata descoberto no check-up e explica as 5 perguntas que todo homem deve fazer ao urologista antes da cirurgia.

Atualizado em 19 de outubro de 2026 · Revisão médica: Dr. Bruno Benigno, urologista (CRM-SP 126265)

Pontos-chave deste artigo

  • Nem todo câncer de próstata é igual: o risco é definido por PSA, toque retal, ressonância e, principalmente, pelo Gleason da biópsia.
  • Gleason 4 + 3 (ISUP 3) não costuma ser indicado para vigilância ativa; tem grande chance de cura quando tratado no momento certo.
  • O PET-CT com PSMA é o exame mais preciso para saber se a doença saiu da próstata, mas pode mostrar captações que não são câncer, como em costelas.
  • Cirurgia e radioterapia têm mortalidade por câncer de próstata baixa e semelhante em 15 anos; mudam os efeitos colaterais e a sequência de tratamentos possível.
  • Continência e ereção dependem do paciente, da localização do tumor e da experiência da equipe; a fisioterapia do assoalho pélvico deve começar antes da cirurgia.
  • Depois da cirurgia, o PSA deve cair para menos de 0,2 ng/mL em algumas semanas; é ele que mostra, ao longo do tempo, se o tratamento foi completo.

O caso: câncer de próstata descoberto no check-up, sem nenhum sintoma

O paciente tinha perto de 70 anos, era saudável e não tinha nenhum sintoma urinário. Já era acompanhado no consultório havia alguns anos e o câncer foi descoberto em exames de rotina: PSA e toque retal. Antes de entrar na sala de cirurgia, ele fez cinco perguntas ao Dr. Bruno. São justamente as perguntas que todo homem nessa situação deveria fazer.

Dado do casoAchado
IdadePerto de 70 anos, saudável
SintomasNenhum (diagnóstico em check-up)
Como foi descobertoPSA e toque retal de rotina
Gleason / ISUP4 + 3 (grupo de grau ISUP 3)
Grupo de riscoIntermediário desfavorável
Achado no PET-PSMALesão suspeita em costela, a esclarecer pelo PSA pós-operatório
Tratamento escolhidoProstatectomia radical robótica

Pergunta 1: qual é o risco do meu câncer de próstata virar metástase?

O risco depende do grupo de risco do tumor, definido pelo conjunto PSA, toque retal, ressonância magnética e, sobretudo, pelo resultado da biópsia na escala de Gleason. Alguns tumores crescem muito devagar e podem ser apenas acompanhados em vigilância ativa; outros têm crescimento mais acelerado e precisam de tratamento.

A diretriz europeia de câncer de próstata (EAU-EANM-ESTRO-ESUR-ISUP-SIOG), publicada na European Urology, recomenda a vigilância ativa para tumores de baixo risco e para casos selecionados de risco intermediário favorável com ISUP 2 [1]. Na prática: Gleason 3 + 3 costuma ser acompanhado; Gleason 4 + 3, como no caso do vídeo, não deve ser apenas observado. É uma doença com grande chance de cura quando tratada no momento certo, com calma, mas sem adiar demais.

Quer entender melhor o laudo? Veja também Câncer de Próstata Gleason 6: Precisa Operar ou Vigilância Ativa?.

Pergunta 2: o câncer está só na próstata? Para que serve o PET-PSMA?

Antes de qualquer cirurgia é preciso saber se a doença está restrita à próstata ou se já saiu da cápsula ou deu metástase. Hoje, o exame mais preciso para isso é o PET-CT com PSMA, um exame de imagem que localiza células com a proteína PSMA, típica do câncer de próstata.

No estudo randomizado proPSMA, publicado na revista The Lancet, o PET-PSMA teve acurácia de 92%, contra 65% da tomografia associada à cintilografia óssea, na identificação de metástases em linfonodos ou à distância [2]. Na prática: o PET-PSMA enxerga muito melhor se o câncer saiu da próstata, o que ajuda a escolher o tratamento certo.

Mas nenhum exame é perfeito. Às vezes o PET-PSMA mostra captação fora da próstata que não é câncer, por exemplo numa costela que sofreu uma pancada no passado. Em um estudo publicado no BJU International, 61 de 62 homens (98,4%) com lesão isolada em costela no PET-PSMA de estadiamento tinham, na verdade, uma alteração benigna [3]. Na prática: o laudo do PET não dá sozinho o diagnóstico de metástase; ele precisa ser interpretado por quem conhece o contexto do paciente.

Saiba mais em PET-PSMA no câncer de próstata: quando é indicado e como muda o tratamento.

Pergunta 3: por que cirurgia e quais são as alternativas?

Para o câncer de próstata localizado de risco intermediário existem dois tratamentos com intenção de cura: a cirurgia (prostatectomia radical) e a radioterapia. Em alguns casos eles são associados: há pacientes operados que precisarão de radioterapia depois.

O estudo ProtecT, publicado no New England Journal of Medicine, acompanhou 1.643 homens por 15 anos. A morte por câncer de próstata foi baixa e semelhante entre cirurgia (2,2%) e radioterapia (2,9%); no grupo apenas monitorado, metástases foram cerca de duas vezes mais frequentes (9,4% contra 4,7% na cirurgia e 5,0% na radioterapia) [4]. Na prática: os dois tratamentos curam com frequência semelhante; o que muda são os efeitos colaterais e as opções que sobram para o futuro.

Ponto de comparaçãoCirurgia robóticaRadioterapia
IntençãoCurativaCurativa
Mortalidade por câncer em 15 anos (ProtecT)2,2%2,9%
Análise da próstata e dos linfonodos ao microscópioSimNão
Opção se o câncer voltarRadioterapia de resgateResgate possível, porém tecnicamente mais complexo
Perfil que mais se beneficiaHomem saudável, ativo, sem queixas urináriasDefinido caso a caso

Num homem saudável, ativo e sem queixas urinárias, a cirurgia robótica permite retirar a próstata e os linfonodos, analisá-los ao microscópio e ainda manter a radioterapia como segunda opção. Por isso a pergunta certa não é qual é o melhor tratamento, e sim qual é o melhor tratamento e a melhor sequência para o seu caso. Leia também Radioterapia ou Cirurgia para Câncer de Próstata? Como Escolher.

Precisa de uma avaliação especializada?

Diagnóstico preciso, plano individualizado e equipe integrada — cirurgia robótica, oncologia clínica e reabilitação no mesmo lugar. Presencial em São Paulo ou telemedicina.

Agendar pelo WhatsApp Guia do câncer de próstata

Pergunta 4: vou ter perda de urina ou problema de ereção depois da cirurgia?

A resposta honesta é que depende de três fatores: como o paciente está antes da cirurgia, onde o tumor se encontra e a técnica e a experiência do cirurgião. O robô é apenas um detalhe. Quando é seguro do ponto de vista oncológico, é possível preservar os nervos da ereção e o esfíncter urinário; às vezes, mesmo com a robótica, isso não é possível.

A recuperação começa antes da cirurgia. Uma meta-análise publicada no Urology Journal mostrou que o treino do assoalho pélvico iniciado antes da prostatectomia reduziu a incontinência urinária no 1º, 3º e 6º meses após a operação [5]. Na prática: fazer fisioterapia pélvica antes ajuda a recuperar o controle da urina mais cedo; depois da cirurgia, ela é obrigatória.

  • A maioria dos homens recupera o controle da urina ao longo dos primeiros meses.
  • A ereção costuma levar mais tempo e pode precisar de apoio com medicações orais (tadalafila, sildenafila), bomba de vácuo ou medicações injetáveis.
  • O orgasmo continua existindo, mas passa a ser seco, sem ejaculação.
  • Pergunte ao seu médico sobre a experiência dele: há quanto tempo opera e quantos casos faz por mês ou por semana.

Detalhes em Prostatectomia Robótica: 10 Dúvidas Sobre Urina, Ereção e PSA.

Pergunta 5: como vou saber se fiquei curado do câncer de próstata?

Depois da cirurgia, o PSA deve cair para praticamente zero, abaixo de 0,2 ng/mL, o que acontece algumas semanas após a operação. É o acompanhamento do PSA ao longo do tempo que mostra se o tratamento foi completo ou se será necessária radioterapia.

Junto com o laudo da próstata retirada vêm a análise das margens cirúrgicas, a extensão do tumor e se houve ou não acometimento dos linfonodos. Esses dados indicam se o risco de precisar de radioterapia após a cirurgia é maior ou menor [1]. Na prática: o tratamento do câncer de próstata nem sempre termina na cirurgia; ele pode ser parte de um plano mais longo.

No caso do vídeo, o PSA também vai esclarecer a lesão suspeita na costela: se ele não zerar, provavelmente existe um foco de doença residual. Veja PSA Subiu Após a Cirurgia da Próstata: O Que Fazer Agora.

Quiz: teste o que você aprendeu

Leia cada afirmação, pense se é verdade ou mito e toque nela para ver a resposta.

1. Todo câncer de próstata precisa ser operado logo. Verdade ou mito?

MITO. Tumores de baixo risco (como Gleason 3 + 3) costumam ser acompanhados em vigilância ativa. Já o Gleason 4 + 3 precisa de tratamento.

2. O PET-PSMA é o exame mais preciso para saber se o câncer saiu da próstata. Verdade ou mito?

VERDADE. No estudo proPSMA, ele teve acurácia de 92%, contra 65% da tomografia com cintilografia. Mas o resultado precisa ser interpretado no contexto.

3. Cirurgia e radioterapia têm resultados de cura muito diferentes. Verdade ou mito?

MITO. Em 15 anos, a mortalidade por câncer de próstata foi baixa e semelhante. O que muda são os efeitos colaterais e a sequência de tratamentos.

4. A fisioterapia do assoalho pélvico deve começar antes da cirurgia. Verdade ou mito?

VERDADE. Começar antes ajuda a recuperar o controle da urina mais cedo; depois da cirurgia, ela é obrigatória.

5. Depois da prostatectomia, o PSA deve ficar abaixo de 0,2. Verdade ou mito?

VERDADE. O PSA cai para praticamente zero em algumas semanas e é ele que mostra, ao longo do tempo, se o tratamento foi completo.

Ficou com alguma dúvida sobre o seu caso? Fale com a equipe da Clínica Uro Onco pelo WhatsApp.

Tirar minha dúvida pelo WhatsApp

Quando procurar um urologista?

  • Você recebeu o diagnóstico de câncer de próstata e ainda tem dúvidas sobre o tratamento.
  • Sua biópsia mostrou Gleason 7 (3 + 4 ou 4 + 3) ou maior.
  • O PET-PSMA mostrou alguma captação fora da próstata e você não sabe o que significa.
  • Você quer uma segunda opinião antes de decidir entre cirurgia e radioterapia.
  • Seu PSA voltou a subir depois da cirurgia ou da radioterapia.
  • Você tem mais de 50 anos (ou mais de 45 com histórico familiar) e nunca fez avaliação da próstata.

Qual dessas 5 perguntas você ainda não fez ao seu médico? Fale com a equipe da Clínica Uro Onco. O atendimento é presencial em São Paulo ou por teleconsulta, para pacientes de todo o Brasil.

Falar pelo WhatsApp

Agendar avaliação

Perguntas frequentes sobre a cirurgia de câncer de próstata

Quais perguntas fazer ao urologista antes da cirurgia de próstata?

As cinco perguntas essenciais são: qual é o risco do meu tumor (Gleason/ISUP); o câncer está restrito à próstata (PET-PSMA); por que cirurgia e quais são as alternativas; qual o risco de incontinência urinária e disfunção erétil; e como vou saber se fiquei curado, pelo acompanhamento do PSA após a cirurgia.

Gleason 4 + 3 pode ficar em vigilância ativa?

Em geral, não. A diretriz europeia reserva a vigilância ativa para o baixo risco e para casos selecionados de risco intermediário favorável com ISUP 2 (Gleason 3 + 4). O Gleason 4 + 3 (ISUP 3) costuma ser tratado com cirurgia ou radioterapia, com grande chance de cura quando tratado no momento certo.

O PET-PSMA pode dar falso positivo?

Sim. O PET-PSMA é o exame mais preciso para o estadiamento, mas pode mostrar captações benignas, por exemplo em costelas com fratura ou trauma antigo. Por isso o resultado deve ser interpretado pelo médico que conhece o contexto do paciente, e não define sozinho a presença de metástase.

Cirurgia ou radioterapia: qual cura mais o câncer de próstata?

No estudo ProtecT, com 15 anos de acompanhamento, a mortalidade por câncer de próstata foi baixa e semelhante entre cirurgia e radioterapia. A escolha depende dos efeitos colaterais, da saúde e das queixas urinárias do paciente e da sequência de tratamentos que cada opção permite no futuro.

Vou ficar com incontinência urinária depois da prostatectomia robótica?

A maioria dos homens recupera o controle da urina ao longo dos primeiros meses. O resultado depende do estado do paciente antes da cirurgia, da localização do tumor e da experiência da equipe. A fisioterapia do assoalho pélvico, idealmente iniciada antes da operação, ajuda na recuperação.

Qual deve ser o PSA depois da cirurgia de próstata?

Após a prostatectomia radical, o PSA deve cair para praticamente zero, abaixo de 0,2 ng/mL, algumas semanas depois da operação. O acompanhamento periódico do PSA mostra se o tratamento foi completo ou se há necessidade de radioterapia.


Sobre o autor

Dr. Bruno Benigno é urologista e uro-oncologista, fundador da Clínica Uro Onco, com mais de 1.500 cirurgias robóticas realizadas em hospitais de excelência em São Paulo (Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Sírio-Libanês, Nove de Julho, Beneficência Portuguesa e Hospital Santa Catarina). Atua em câncer de próstata, rim e bexiga e em cirurgias minimamente invasivas. CRM-SP 126265 | RQE 60022.

Se este conteúdo foi útil, compartilhe com quem precisa. Tem dúvidas? Agende uma avaliação com o Dr. Bruno Benigno.

WhatsApp: (11) 99590-1506 | Telefone: (11) 2769-3929 | Rua Borges Lagoa, 1070, Conjunto 131, Cobertura — Vila Clementino, São Paulo/SP


Referências bibliográficas

  1. Cornford P, van den Bergh RCN, Briers E, et al. EAU-EANM-ESTRO-ESUR-ISUP-SIOG Guidelines on Prostate Cancer-2024 Update. Part I: Screening, Diagnosis, and Local Treatment with Curative Intent. Eur Urol. 2024;86(2):148-163. doi:10.1016/j.eururo.2024.03.027. Acesse o estudo original
  2. Hofman MS, Lawrentschuk N, Francis RJ, et al. Prostate-specific membrane antigen PET-CT in patients with high-risk prostate cancer before curative-intent surgery or radiotherapy (proPSMA): a prospective, randomised, multicentre study. Lancet. 2020;395(10231):1208-1216. doi:10.1016/S0140-6736(20)30314-7. Acesse o estudo original
  3. Chen MY, Franklin A, Yaxley J, et al. Solitary rib lesions showing prostate-specific membrane antigen (PSMA) uptake in pre-treatment staging 68Ga-PSMA-11 positron emission tomography scans for men with prostate cancer: benign or malignant? BJU Int. 2020;126(3):396-401. doi:10.1111/bju.15152. Acesse o estudo original
  4. Hamdy FC, Donovan JL, Lane JA, et al. Fifteen-Year Outcomes after Monitoring, Surgery, or Radiotherapy for Prostate Cancer. N Engl J Med. 2023;388(17):1547-1558. doi:10.1056/NEJMoa2214122. Acesse o estudo original
  5. Rangganata E, Rahardjo HE. The Effect of Preoperative Pelvic Floor Muscle Training on Incontinence Problems after Radical Prostatectomy: A Meta-Analysis. Urol J. 2021;18(4):380-388. doi:10.22037/uj.v18i.6481. Acesse o estudo original

Este conteúdo tem caráter educativo e é baseado em evidências científicas atuais. Não substitui a consulta médica. Consulte um especialista para avaliação individual.

O que dizem os pacientes: veja as avaliações verificadas do Dr. Bruno Benigno no Doctoralia.

Ver avaliações no Doctoralia

Avaliação uro-oncológica com o Dr. Bruno Benigno

Diagnóstico preciso, plano individualizado e equipe integrada — cirurgia robótica, oncologia clínica e reabilitação no mesmo lugar. Presencial em São Paulo ou telemedicina.

Agendar pelo WhatsApp Guia do câncer de próstata
Rota AZULPortal educativo gratuito · câncer de próstata

Continue aprendendo no Rota Azul

O Rota Azul é o guia educativo do Dr. Bruno Benigno para homens com câncer de próstata e suas famílias. A informação é organizada por fase da jornada — investigação, diagnóstico, tratamento e seguimento —, com vídeos, glossário e perguntas para levar à consulta, com base nas diretrizes da AUA, EAU e NCCN. Gratuito e sem cadastro.

Leitura indicada para este tema: Cirurgia ou radioterapia: como decidir

Acessar o portal Rota Azul
QR code para abrir no celular: Cirurgia ou radioterapia: como decidir — portal Rota Azul
Aponte a câmera do celular para abrir
Dr. Bruno Benigno

Dr. Bruno Benigno
Urologista e cirurgião uro-oncológico (CRM-SP 126.265 · RQE 60022). Mais de 1.500 cirurgias robóticas. Membro da AUA, EAU e SBU. Conheça o Dr. Bruno · Na mídia

Este conteúdo é educativo e não substitui a consulta médica. Cada caso deve ser avaliado individualmente, com base nas diretrizes da AUA, EAU e NCCN.

Newsletter Uro Onco

Informação confiável sobre uro-oncologia, direto no seu e-mail

Novos artigos e vídeos do Dr. Bruno Benigno sobre câncer de próstata, bexiga e rim, com base nas diretrizes da AUA, EAU e NCCN. Você só recebe quando houver conteúdo novo e pode cancelar quando quiser.

  • Novos artigos do blog, assim que forem publicados
  • Vídeos e lives do canal no YouTube
  • Orientações práticas para pacientes e familiares

Conteúdo educativo — não substitui a consulta médica. Seus dados ficam protegidos conforme a LGPD.