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Câncer de Próstata Gleason 6: Tratar Agora ou Esperar em Vigilância Ativa?




Vigilância Ativa no Câncer de Próstata: Uma Abordagem Cautelosa e Informada

São Paulo, SP – Em um vídeo recente, o Dr. Bruno Benigno, renomado urologista e cirurgião especializado em câncer de próstata, rim, bexiga e testículos, abordou um tema de grande relevância para pacientes diagnosticados com câncer de próstata de baixa agressividade: a vigilância ativa. Esta estratégia, que evita tratamentos invasivos imediatos, suscita dúvidas e preocupações, especialmente sobre sua duração, frequência de biópsias e riscos associados.


Entendendo a Vigilância Ativa

A vigilância ativa é uma opção para pacientes com câncer de próstata de baixo risco (Gleason 6), onde o tratamento é postergado enquanto a doença é monitorada de perto. Dr. Benigno enfatiza a importância de uma avaliação detalhada, incluindo exame físico, análise de biópsia e ressonância magnética, para determinar a viabilidade desta abordagem.


Critérios e Riscos

O especialista destaca que a decisão pela vigilância ativa deve considerar diversos fatores, como o nível de PSA, extensão do câncer na biópsia e resultados da ressonância magnética. Um ponto crucial é a identificação correta da agressividade do tumor, evitando subestimar áreas mais agressivas que poderiam requerer tratamento imediato.


Estudos e Tendências

Dr. Benigno cita estudos recentes, incluindo um com 1.450 homens submetidos à vigilância ativa, mostrando que 99% não desenvolveram metástase em 7 anos. Outro estudo com 8.541 homens revelou que 52% permaneceram sem tratamento após 5 anos. Esses dados reforçam a segurança da vigilância ativa quando bem aplicada.


Desafios e Comprometimento do Paciente

A vigilância ativa exige um comprometimento significativo do paciente, incluindo exames regulares de sangue, ressonâncias magnéticas anuais e biópsias periódicas. Dr. Benigno ressalta a importância da comunicação aberta com a equipe médica e a adaptação do tratamento às necessidades individuais de cada paciente.


Conclusão

A mensagem final do Dr. Bruno Benigno é clara: a vigilância ativa é uma opção viável para certos pacientes com câncer de próstata de baixo risco, mas requer uma avaliação cuidadosa e um acompanhamento rigoroso. A escolha por essa abordagem deve ser personalizada, levando em conta as características específicas do câncer e as condições do paciente.

Para mais informações, acesse www.clinicauroonco.com.br e siga as atualizações nas redes sociais.

Por: Assessoria de imprensa da Clínica Uro Onco

Fonte: Dr. Bruno Benigno, Urologista e Cirurgião.



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