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Câncer de Bexiga: Compreendendo o Diagnóstico e as Opções de Tratamento


Por Dr. Bruno Benigno




O câncer de bexiga é uma condição médica séria, que suscita muitas dúvidas e preocupações. Neste artigo, baseado em um vídeo educativo, abordaremos de maneira clara e acessível os aspectos essenciais do diagnóstico e tratamento do câncer de bexiga, especialmente em sua forma invasiva.


### Entendendo o Câncer de Bexiga

O carcinoma de bexiga é um tipo de câncer caracterizado pelo crescimento descontrolado de células na bexiga. Essas células podem infiltrar a parede do órgão e potencialmente se espalhar para outras partes do corpo, um processo conhecido como metástase. O termo "alto grau" refere-se à rapidez com que essas células se multiplicam, aumentando o risco de infiltração e metástase.


### Diagnóstico: O Primeiro Passo

O diagnóstico começa com um exame chamado cistoscopia, onde uma microcâmera é inserida na bexiga para visualizar o tumor. Dependendo do aspecto do tumor (que pode variar de uma pequena verruga a uma lesão mais invasiva), uma biópsia é realizada para determinar a profundidade da invasão do tumor. Esta etapa é crucial para definir a estratégia de tratamento.


### Opções de Tratamento

Quando o câncer está confinado à bexiga, há uma chance significativa de cura. No entanto, se o câncer se espalhou para além da bexiga, a situação se torna mais complexa. As opções de tratamento variam de acordo com a profundidade e a gravidade da invasão do tumor:


1. Cirurgia Conservadora: Para tumores não invasivos (superficiais), a remoção da bexiga geralmente não é necessária. Estes casos podem ser tratados com procedimentos menos invasivos.

2. Cirurgia Radical: Em casos onde o câncer invadiu a musculatura da bexiga, a remoção completa do órgão pode ser necessária. Esta cirurgia, conhecida como cistectomia radical, pode incluir a remoção de órgãos adjacentes, como o útero e os ovários em mulheres, devido à proximidade com a bexiga.


### Reconstrução Após a Remoção da Bexiga

Após a remoção da bexiga, existem duas principais técnicas de reconstrução para gerenciar a urina:

1. Criação de uma Nova Bexiga: Utiliza-se uma parte do intestino para formar um reservatório interno que coleta a urina. Esta opção é mais esteticamente agradável, mas requer que o paciente esvazie manualmente o reservatório.

2. Derivação Urinária para a Pele (Bricker): A urina é desviada para uma bolsa externa, que é esvaziada regularmente. Embora menos esteticamente agradável, esta opção é prática e mais fácil de gerenciar.


### Conclusão

O tratamento do câncer de bexiga é um processo complexo e multifacetado. É vital que os pacientes estejam bem informados e preparados para discutir suas opções com seus médicos. Este artigo visa fornecer uma base de conhecimento para ajudar os pacientes a entender melhor sua condição e as opções de tratamento disponíveis.

Lembre-se, a informação aqui apresentada não substitui o aconselhamento médico profissional. Se você ou alguém que você conhece está enfrentando um diagnóstico de câncer de bexiga, é crucial consultar um especialista para obter orientação personalizada.



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