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Será Possível Reverter a Disfunção Erétil após Prostatectomia Radical robótica?




Neste vídeo, o Dr. Bruno Benigno, urologista e diretor da Clínica Uro Onco em São Paulo, traz informações cruciais sobre um tema de grande preocupação para muitos homens: a disfunção erétil após a prostatectomia radical. Se você deseja aprofundar seu entendimento sobre este assunto e conhecer as abordagens que podem auxiliar os pacientes nessa jornada, continue assistindo.


Recentemente, um artigo científico publicado na revista "Cânceres" lançou luz sobre os avanços no tratamento e as perspectivas futuras relacionadas à disfunção erétil após a remoção da próstata. (1) Embora técnicas de preservação dos nervos responsáveis pela ereção estejam sendo cada vez mais empregadas na prostatectomia radical robótica, a disfunção erétil permanece uma complicação temida tanto por médicos quanto por pacientes. Esse fenômeno, denominado neuropraxia, refere-se à dificuldade de condução de estímulos elétricos pelos neurônios após manipulação cirúrgica de tecido saudável.


A boa notícia é que, na maioria dos casos, a neuropraxia é reversível, desde que os neurônios responsáveis pela ereção sejam preservados. Você encontrará o link para esse estudo científico na descrição deste vídeo.


O artigo realiza uma revisão sistemática da literatura médica sobre os tratamentos atuais para a disfunção erétil após a prostatectomia, analisando as possíveis causas e destacando estratégias promissoras fundamentadas em pesquisas científicas. Entre as abordagens discutidas estão:


1. Inibidores da fosfodiesterase tipo 5, como o Viagra e o Tadalafil.

2. Injeções intracavernosas de vasodilatadores, como a prostaglandina.

3. Gel intrauretral com vasodilatador.

4. Dispositivos de ereção a vácuo.

5. Treinamento dos músculos pélvicos.

6. Procedimentos cirúrgicos.


Adicionalmente, o uso da terapia de privação de testosterona em certos casos após a prostatectomia pode agravar a disfunção erétil, sublinhando a necessidade de terapias eficazes. A estratégia de injeção de vasodilatadores nos corpos cavernosos pode ser a mais apropriada para homens que estão passando por esse tipo de tratamento com bloqueio de testosterona.


Contudo, existe esperança. O estudo também destaca várias estratégias inovadoras para aprimorar a função erétil, como terapia celular, terapia gênica, fatores de crescimento, terapia por ondas de choque de baixa intensidade e diversas abordagens farmacológicas em desenvolvimento que em breve estarão disponíveis. Muitas dessas estratégias têm o potencial de beneficiar nossos pacientes quando aplicadas com segurança e individualização.


É fundamental lembrar que todas essas informações são valiosas na prática clínica e contribuem para uma abordagem mais adequada e personalizada no cuidado dos pacientes. Para obter mais conhecimento sobre o tema e se manter atualizado sobre os avanços nesta área, continue acompanhando nossos vídeos aqui no YouTube e visite nosso site.


Fique atento aos próximos vídeos e até breve!





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